Vivendo a plenitude de Deus por meio da caridade

Viver a plenitude de Deus. Esse é o desejo de todos que amam a Deus e têm o objetivo agradar e viver segundo a Sua vontade. Para viver esta plenitude há que se conhecer intimamente a Deus e seus ensinamentos, revelados por meio de suas escrituras e do exemplo de vida deixado por Jesus para os homens em sua passagem pela terra. O caminho é simples: todo aquele que entender que o amor é a maior manifestação da graça de Deus revelada a nós, estará vivendo a plenitude de Deus.

Deus é amor

O amor de Deus nos é revelado por meios das inúmeras passagens bíblicas como a de João 3:16 e a de 1 João 4:8, onde diz que Deus é amor – “Aquele que não ama, não conhece a Deus, porque Deus é amor.”

Assim como Ele nos amou primeiro, ao ponto de dar seu único e amado Filho para que nos ensinasse um padrão de vida em amor, e desse Sua própria vida em nosso favor, também nós devemos amar aqueles que nos cercam.

Vivendo a caridade

Muitos são os exemplos bíblicos trazidos desde o Antigo Testamento que mencionam ajuda aos menos favorecidos, desde órfãos e viúvas, passando pelos doentes e famintos e até os desamparados e estrangeiros. Guiada pelo exemplo de compaixão de Jesus, a igreja tem se comprometido ao longo dos séculos em prestar ajuda a quem necessita, os quais estão entre aqueles que necessitam de milagres, curas e pão.

Mas o que é a caridade se não houver amor? O amor deve ser a mola propulsora de toda a ação em favor do outro. É preciso amor para estar disponível a ajudar aqueles em situação de necessidade. Seja ajuda material ou apoio psicológico ou emocional. Todo movimento em favor do próximo precisa ser motivado pelo amor para ser verdadeiro e surtir efeitos duradouros.

Vivendo a plenitude de Deus

Vivendo a plenitude de Deus: o amor que transforma

O amor de Deus, quando invade os corações, transforma vidas. Ninguém que experimenta o amor de Deus segue vivendo à sua própria maneira. Busca, sim, a plenitude do amor de Deus em sua própria condição – passando a se amar mais e a se respeitar – e, também, fazer o mesmo em favor do outro.

Autoestima, conduta, emoções. Tudo isso é transformado quando o amor de Deus passa a fazer parte de nossa vida. Afinal, Ele tem o poder de nos tornar seres humanos melhores.

Fomos criados à imagem e semelhança de Deus e assim sendo, precisamos e podemos experimentar o verdadeiro amor de Deus, que nos leva à perfeição e nos conduz à salvação. O amor é suporte, é perdão, é luta e alegria compartilhada. Quem ama não desiste, mas persiste viver este amor na prática em sua plenitude. Somos feitos para o amor e para vivê-lo nos apoiamos na fé e confiança em Deus.

O amor de Deus em nossas vidas transborda quando transforma a nossa maneira de viver. Queremos contagiar e demonstrar esse amor a todos que estão ao nosso redor. E isso pode ser feito através de uma simples palavra, pela nossa nova forma de ver e viver a vida ou simplesmente oferecendo um ombro amigo. O amor de Deus em nós precisa ser expresso em atitudes.

Na plenitude de Deus

1ª. Carta aos Coríntios, o capítulo 13,  é conhecido como o “capítulo do amor”, ali o Apóstolo Paulo descreve a essência do amor e como ele deve ser manifestado em nossas vidas. Nele vemos que todas as atitudes e maneiras de relacionamento com o próximo devem ser motivadas pelo amor.

Viver a plenitude de Deus é manifestar o seu amor para com todos ao nosso redor, especialmente os menos favorecidos. Principalmente para estes que, na maioria das vezes nem conhecemos muito bem, mas que sabemos que têm necessidade de ajuda e suporte, tendo em vista viverem marginalizados pela nossa sociedade.

Ainda de acordo com o Apóstolo Paulo, a caridade sem amor é vazia. É apenas material e fria e, muitas vezes, não satisfaz a real necessidade do outro. A necessidade excede o material. A carência verdadeira é de amor, de demonstração de afeto, de cuidado e de preocupação.

Pessoas sem amor não se ligam às outras, não se sensibilizam com sua condição. Ao deixarem de viver a plenitude do amor de Deus, passam insensivelmente a conviver de maneira descomprometida com a miséria e a pobreza do seu próximo.

Vivendo a plenitude de Deus

Vivendo a plenitude de Deus: olhar de compaixão

É necessário um olhar de compaixão e amor para realizar as boas obras à que fomos chamados. Muitas são as necessidades existentes em todas as regiões do nosso planeta. Países vivem em situação de plena miséria, com a fome e as doenças se espalhando e atingindo adultos e crianças.

Outros sofrem com regimes de governo ditatoriais que oprimem o povo e espalham guerras e sofrimento. Crianças são abandonadas em todos os cantos da terra, sendo essa uma das mais palpáveis demonstrações da falta de amor.

A Igreja tem exercido forte papel em direção aos vulneráveis e menos favorecidos desde os primórdios. Um dos papeis da igreja é a preocupação e cuidado com a vida espiritual e emocional da comunidade onde está inserida, mas esse compromisso vai muito além. O amor deve ser disseminado através da Igreja, que tem o poder de convencimento das pessoas a se moverem em direção ao próximo concedendo amor e a ajuda necessária.

O exemplo de Jesus e os ensinamentos deixados através da Bíblia, que é a palavra de Deus, nos exortam e incentivam a seguir por este caminho e a não ignorar o desafio social de enfrentar a carência no mundo. Por menor que seja nossa atitude para minimizar os efeitos da miséria social em qualquer nível, será um grande passo para devolver ao outro a dignidade humana e ressaltar o reflexo da imagem e semelhança de Deus que há nele.

Gestos simples, mas de grande valia

Todos somos chamados a vivenciar o amor de Deus por meio da caridade e atos de bondade. Basta estarmos dispostos e disponíveis. Muita gente sabe disso, mas se pergunta como fazer o bem. Há muitas formas e, na maioria das vezes, são gestos simples, mas de grande valia, tanto para quem faz, quanto para quem recebe. Vamos ver algumas delas?

  • Visitar os doentes em um hospital;
  • Visitar os que se encontram presos;
  • Doar roupas, comida e outros bens materiais;
  • Suprir as necessidades de afeto e atenção de crianças abandonadas;
  • Servir com seu talento ou especialidade aqueles que necessitam de algum atendimento específico;
  • Levar a palavra de Deus aos marginalizados;
  • Viver a plenitude de Deus.

Percebeu como temos várias possibilidades para ajudar o próximo? Além dessas, outra forma que faz a diferença na vida de crianças em situação de privação, exclusão e vulnerabilidade é fazendo parte de um sistema de apadrinhamento. De forma continuada e eficiente, é possível contribuir para promover o acesso de uma criança escolhida. Conheça o ChildFund Brasil e veja como você pode se tornar um padrinho e contribuir para a propagação da plenitude de Deus.  

Que o amor de Deus encha seu coração e transborde a sua vida e atitudes. E se este texto tocou seu coração, então compartilhe-o. Assim mais pessoas saberão que vivendo a plenitude de Deus por meio da caridade e de boas ações, poderemos modificar o mundo.

ChildFund Brasil

O ChildFund Brasil é uma organização de desenvolvimento social que por meio de uma sólida experiência na elaboração e no monitoramento de programas e projetos sociais mobiliza pessoas para a transformação de vidas. Crianças, adolescentes, jovens, famílias e comunidades em situação de risco social são apoiadas para que possam exercer com plenitude o direito à cidadania.

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